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A galera do skate de Chapecó tem um grande motivo para comemorar: a prefeitura inaugurou no sábado (27) a nova pista de skate, construída no Complexo Esportivo do Verdão, reivindicação antiga dos skatistas da cidade.
Para marcar a data, a prefeitura municipal promoveu, em parceria com a Associação dos Skatistas de Chapecó (Chapecó SK8) e a Vertigo SkateShop, o primeiro Campeonato Interestadual de Skate de Chapecó, nas categorias mirim, iniciante, amador open e best trick.
Circulei por lá no sábado, enquanto rolava a eliminatória da categoria iniciante, e fiz umas fotos. Nunca havia fotografado skate… Adorei a experiência.
Não há nada mais triste do que a morte de uma borboleta.
As asas não não mais alçarão voo, não baterão, e o trajeto aparentemente desconexo não mais existirá.
As cores adormecem e, como um defunto de homem, o pequeno exoesqueleto enrijece.
A vida escapou-se por ali naquele ser.
Não haverá sopro suave, brisa ou vento que altere a condição da pobre borboleta.
Série de fotos criadas para a capa da Revista Experimentus, um dos produtos midiáticos do Curso de Jornalismo da Unochapecó. As fotografias foram feitas para a disciplina de Fotojornalismo, e a ideia é ilustrar uma matéria de capa cujo tema é “homofobia”.
Baseei-me no trabalho do amigo, artista e grande fotógrafo Juliano Zanotelli. Doido por bonequinhos de playmobil e outros brinquedos que remetem à infância dos anos 80, Juliano dedica sua arte, sempre lúdica, a eles. Você encontra mais sobre o trabalho do Juliano aqui.
Criei um texto fictício para a capa, apenas pra orientar a leitura fotográfica de quem passar os olhos por aqui, já que a tarefa era tão somente fazer as fotos. Voi là!
Homofobia
Você tem medo de quê?
Homo = igual. Fobia = medo.
Ao pé da letra, homofobia significa medo do igual. O termo ganhou significação, porém, ao designar preconceito extremo ou aversão à homossexualidade.
A Experimentus foi para as ruas questionar os chapecoenses. Descubra porque as pessoas têm tanta resistência em aceitar a sexualidade dos outros (e, às vezes, delas mesmas)

Já tive o prazer e o privilégio de morar no Pantanal Sul. Foi por menos tempo do que eu gostaria, verdade, mas o suficiente pra aprender muita coisa… fiz meu estágio final do bacharelado em turismo e hotelaria por lá, numa fazenda-hotel de 53 mil hectares chamada Refúgio Ecológico Caiman. Lá eu conheci algumas das pessoas mais interessantes que já passaram pela minha vida. Lá encontrei respostas pra várias das minhas inquietações, entre elas compreender que, na verdade, as perguntas são infinitamente mais importantes do que as respostas. Na dedicatória do meu TCC, coloquei esse texto, que escrevi numa tarde ensolarada de janeiro de 2006.
O Pantanal é uma escola…
Manhã de fexta-feira gelada. Uma das mais frias do ano, exatamente como prometeu a previsão. Acordei às 6h, mas enrolei no ‘soneca’ até às 06h20. Respirei fundo e enchi os pulmões de coragem pra saltar da cama. Foi só me afastar do centro urbano pra paisagem começar a ficar branca. Vibrei e sorri sozinha no carro enquanto escutava ‘Tiê’, era exatamente isso que eu queria. Senti uma sensação profunda de orgulho por estar ali, cumprindo a promessa que fiz a mim mesma. Tenho muitas outras ainda por cumprir, a maioria de coisas que preciso/gostaria de fazer, mas me enrolo, deixo para um futuro. ‘Futuro não muito distante’, falo pros meus botões. Foi assim com as fotos da geada. Estava enrolando já há duas geadas. mas… e se não formasse mais geada nesse inverno? Meu castigo por deixar para o outro dia seria ter de deixar para o ano que vem. Nem sempre a gente tem uma segunda chance.

O campinho esperou... mas ninguém apareceu pra jogar. 8h da manhã e ele continuava assim: branco e sozinho.
Adoro fotografar a natureza. Do landscape ao macro. Grande angular ou tele. Tudo e qualquer coisa. Bicho, planta, cachoeira, pôr-do-sol, pedra, inseto, céu e mar.
Uma das cenas que mais gosto de fotografar é a vida depois da chuva.
Ontem a noite choveu aqui em chapecó. Ventos fortes. O dia deu o ar da graça gélido e molhado. O céu azul intenso e o sol alegrando tudo. Aproveitei.
A chuva dá vida às cores. Dá vida às vidas.
O resultado:
tem uma luz lilás no céu
que banha tudo de azul.
o sol também, como eu, vai se despedindo
e o horizonte vira um quadro
de tons dourados e celestes.
se monet preferisse o céu aos campos floridos
minha despedida seria uma tela de monet.

Fim de tarde lilás no Pantanal Sul. (Foto: Mari Baldissera, 2006)
“Não há nada mais divertido que um gato jovem, nem mais sério que um gato idoso” -(Thomas Fuller)


















































































